Retail Meeting Days

Retail Meeting Days

O varejo e a indústria expandiram o core business (núcleo de negócios) mediante a transformação digital e criaram frentes de atuação com as marcas próprias e as flagships (loja conceito). Vamos entender essa convergência e traçar estratégias para uma relação cada vez mais colaborativa, inovadora e lucrativa. Só assim os setores conseguirão se fortalecer e enfrentar gigantes globais como Amazon e Alibaba.

Conheça um pouco mais desse evento, e veja o que foi compartilhado por profissionais de grandes empresas de diversos setores:

Hortifruti – Luiz Elisio Castello Branco de Melo
“As lojas físicas não vão acabar… o importante é saber o que o cliente busca na sua loja.
A Hortifruti hoje é um dos maiores revendedores dos produtos Korin (produtos orgânicos e com um preço acima dos concorrentes), isso nos levou a entender que nosso cliente procura mais qualidade do que preço, e por isso investimos em receitas, em informações de nutrientes em todos os produtos,… ”

Ri Happy – Carlos do Prado Fernandes
“Precisamos ter cuidado com os modismos, e ficar atentos aos novos conceitos, o mundo hoje está mais ágil. É mundo importante conhecer a jornada do consumidor. O poder está com o cliente, e o cliente hoje é um mutante (está sempre em transformação).”

Óticas Carol – Raquel Pirola
“Temos que analisar a jornada do consumidor e pensar em um tipo de negócio que faça sentido a todas as pessoas envolvidas.”

Roberto Butragueño – Nielsen
“As vezes é melhor focar em “menos” coisas que tragam “mais” resultados.”

Leandro Esposito – Waze
“É importante sair da zona de conforto para inovar. É muito importante ser criativo, mas também é necessário ser crítico e analisar resultados e métricas.”
Uma grande parte das buscas de endereços feitas pelo Waze tem o destino voltado para o comércio, por isso a Waze vai investir em parceria com esses comércios para oferecer mais benefícios para os clientes.

Juntos Somos + – Antonio Serrano
“Toda grande empresa já foi inovadora em algum momento da sua trajetória, mas as vezes a solidez de ter construído algo grande a impede de ser inovadora novamente, e inovar passa a ser uma ameaça a tudo que ela já construiu.
A cultura predominante nas empresas é a cultura do acerto, pois se a pessoa se arrisca e erra, ela perde autonomia e por isso acaba inovando menos. Temos que saber usar também a cultura do erro, pois ela também ensina e pode gerar grandes aprendizados.”

Rentbrella – Nathan Janovich
“Dá trabalho inovar, você precisa ver o que todo mundo vê, mas de uma forma diferente, sem esquecer que precisa que essa inovação precisa ter um lastro com a realidade. Ex.: Posso criar um carro voador (algo inovador)… mas aonde ele vai voar??? Quem vai querer comprar??? Quanto ele vai custar???”

Outback Steakhouse – Renata Lamarco
“A inovação digital precisa ser algo simples e algo que seja feito com propósito”

Basico.com – Daniel Cunha
“Inovar é ter a clareza de quais problemas precisam ser resolvidos. A Básico.com vende camisetas e peças clássicas, sem utilizar tendências, focou em um produto excepcional e atemporal. Criou primeiro uma marca (identidade) para depois criar uma audiência.”

Google – Christiano Baeta
O futuro é agora. O Google não quer ser apenas uma ferramenta de busca, ele agora passa a ser um assistente. Hoje a internet tem muita informação e isso acaba distraindo as pessoas, é muita informação para pouca atenção…
Exemplo: A Netflix tem um catálogo gigantesco de filmes, e as vezes passamos um tempo vendo as diversas opções e acabamos não escolhendo nenhum, por isso a Netflix faz uma seleção de títulos que podem nos interessar, para que a informação realmente seja relevante e possamos escolher algo que vamos realmente assistir.
A Amazon tem sido um excelente exemplo de personalização de conteúdo e produtos.
A personalização é essencial para qualquer empresa e é um processo de testes, mas pode ser simples e até básica.

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